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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

10 anos de Galeria de Arte Solange Viana

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Abertura da exposição ACORDES CROMÁTICOS

Foi uma tarde de sábado maravilhosa. Muitos vieram prestigiar a primeira individual de Naira Pennacchi. Venha ver você também, a exposição ACORDES CROMÁTICOS permanece até 21 de março de 2020 com ENTRADA FRANCA mediante a agendamento. Vemmmm ver! 😀😀😀


























segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Acordes Cromáticos, de Naira Pennacchi é a nova exposição da Galeria de Arte e Fotografia Solange Viana


Galeria de Arte e Fotografia Solange Viana apresenta: Acordes Cromáticos, exposição individual de Naira Pennacchi com curadoria de Mario Gioia

Abertura: 8 de fevereiro, sábado, das 14h às 18h, para convidados
Visitação: 10 de fevereiro a 21 de março de 2020

A Galeria de Arte e fotografia Solange Viana tem o prazer de apresentar a primeira exposição do ano, “Acordes Cromáticos”, da artista Naira Pennacchi, com curadoria do crítico de arte e curador independente Mario Gioia. A individual abre no sábado, 8 de fevereiro e permanece até 21 de março, com entrada franca.

Em 2020 a galeria completa 10 anos de atuação na Granja Viana, Cotia, com muita arte e cultura, desenvolvendo, além de exposições, feira de arte, oficinas, cursos e palestras sobre este assunto tão encantador: arte contemporânea.

Agora a galeria traz para a região a obra desta jovem artista, mineira, radicada em Ribeirão Preto (SP) onde serão apresentadas cerca de 15 pinturas inéditas, elaboradas, na sua maioria, no último ano. Para o curador, a obra da artista “parece se aproximar de uma leitura sinestésica, na qual ondas musicais perpassam a fisicalidade de camadas, faturas e superfícies do labor plástico-visual realizado por Naira. Ela não se furta a experimentar escalas, abordagens e materiais, entre outros aspectos, dentro do campo da pintura”, comenta Gioia em seu texto de apresentação (texto completo abaixo).

E ainda, para o curador, crítico, com passagens pela Folha de S. Paulo e Estadão, “nesta mostra, então, Naira recoloca, sem pedantismo e com um saudável frescor, problemáticas e questionamentos já bem resolvidos na gramática matisseana, e não deixando de se posicionar frente ao contemporâneo” diz Gioia. Acompanhe a galeria de arte nas mídias sociais para saber de tudo que está acontecendo sobre arte na nossa região.

SERVIÇO:
ACORDES CROMÁTICOS, de Naira Pennacchi
Acrílica s/ tela em diversos formatos
Abertura: 8 de fevereiro, sábado, das 14h às 18h, para convidados
Visitação: de 10 de fevereiro a 21 de março de 2020
De segunda a sexta, das 11h às 19h. Somente com hora marcada.
A Galeria de Arte e Fotografia Solange Viana fica na Rua São João, 246, no centrinho da Granja Viana, Cotia | SP |
@galeriadeartesolangeviana | galeriadearteefotografiasolangeviana.blogspot.com

Acordes cromáticos, por Mario Gioia (janeiro de 2020)
A obra de Naira Pennacchi, hoje desdobrada num caráter multifacetado, é fundamentada na pintura, linguagem com a qual a artista logrou um desenvolvimento muito rápido e intenso, por meio da habilidade exibida na apurada relação entre cores, especialmente. Assim, se elementos arquitetônicos e figuras em destaque se evidenciavam na primeira fase do trabalho, hoje se manifestam a fluidez, a construção de ambientes e atmosferas mais sugestivos, menos explícitos e uma prática de ateliê em que o óleo tem bom manejo. Duos como figuração e abstração, geometria e organicidade, rigor e volúpia, organização e descontrole, luz e cor em campos pictóricos e signos filiados ao desenho, gráficos, provocam sensações longe da rigidez e dotadas do permeável no corpus da obra.

Acordes cromáticos, primeira individual da artista mineira radicada em Ribeirão Preto (SP), parece se aproximar de uma leitura sinestésica, na qual ondas musicais perpassam a fisicalidade de camadas, faturas e superfícies do labor plástico-visual realizado por Naira. Ela não se furta a experimentar escalas, abordagens e materiais, entre outros aspectos, dentro do campo da pintura.
Difícil não recorrer ao “acorde cromático vivo” de Matisse (1869-1954), nome incontornável para quem escolhe a vereda algo árdua do meio das tintas e dos pincéis. “Não me é possível copiar servilmente a natureza (...). Deve resultar um acorde cromático vivo, uma harmonia análoga à de uma composição musical.” 1, nos alerta Matisse no prisco ano de 1908, em seu clássico texto Notas de um pintor.

Seguindo a leitura sobre a decisiva obra do artista francês, Paulo Pasta, talvez o maior pintor vivo do Brasil, discorre acerca de características patentes da produção do mestre. “Talvez seu trabalho guarde, como nenhum outro da modernidade, o significado amplo de comunhão. (...) Matisse sempre quis ser o pintor não do confronto, como Picasso, mas aquele que estabelece relações, cria pontes, possibilidades de passagens.” 2

Nesta mostra, então, Naira recoloca, sem pedantismo e com um saudável frescor, problemáticas e questionamentos já bem resolvidos na gramática matisseana, e não deixando de se posicionar frente ao contemporâneo. Se em telas finais da primeira fase da artista, como Entre Dois Vértices e Andaime, alguns elementos figurativos marcam presença, como folhagens, telhados, escadas, placas e andaimes – interessante notar que ambas são feitas com acrílica -, o par Estanque e Devir lança o empreendimento de Naira em terrenos movediços e mais instáveis.

Há o grande retângulo em cinza que domina a composição de Estanque, porém seu delineamento guarda algo de um enigma. As formas tais quais um monólito sugerem variadas coisas e, ao mesmo tempo, nenhuma dessas ideias especulativas nos satisfazem plenamente. A paisagem barrada, não limpa, rugosa, pode apontar para os impasses do espírito de época da contemporaneidade. E, mesmo assim, consegue traçar delicados elos com o entorno, particularmente com a leveza do azul que paira acima.

Em Devir, que poderia ser considerada a parte 2 de um díptico, há um clima de dissolução e desmanche, contudo também de conexão. De difícil feitura, já que é um óleo de 1,50 m x 1.60 m, revela uma invejável técnica assinada por Naira.

A partir de tais ganhos, a artista almeja uma versatilidade em tamanhos e materialidade, por exemplo, transitando desde peças “de câmara” a realizações de monta. Em todas, obtém êxito na construção de climas e atmosferas em que atributos da pintura podem ser apreciados. Não se afasta de uma harmonia buscada, mesmo que para isso deva ter gasto tempo num planejamento detido. Pode até voltar aos elementos mais verticais e projeções geométricas que eram vistos anteriormente, como em Lume e Paisagem de Chuva. Neles e em Aluvião, entre outros, opta por tons avermelhados e dispostos mais verticalmente. E cria pequenas joias como Cocheira, Tudo É Tanto e Trindade, em que pinceladas, volumes e formas abrigam grande poder de pulsão.

Já uma vontade ascensional brilha no enorme Amarelo, de 2,25 m x 1,67, que coaduna despojamento e ambição num quadro claramente de quem percebe o vigor de um De Kooning (1904-1997), por exemplo, mas não somente (e deve ser comentado que o belo resultado veio com utilização de acrílica). A lona que serve de superfície exibe, com certeza, índices da potência da obra em franco desenvolvimento de Naira Pennacchi, em meio a respingos, bordas recortadas com irregularidade, um ar selvagem, amarelado, resultante de um forte e persistente trabalho de ateliê.

1. FOURCADE, Dominique (org.). Matisse – Escritos e Reflexões sobre Arte. Cosac Naify, São Paulo, 2007, p. 42.
2. SALZSTEIN, Sonia (org.). Matisse – Imaginação, Erotismo, Visão Decorativa. Cosac Naify, São Paulo, 2009, p. 65.

_________________________________________
Mario Gioia
(São Paulo, 1974)
Curador independente e crítico de arte, é graduado pela ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo).

Em 2016, a mostra Topofilias, com sua curadoria, no Margs (Museu de Arte do Rio Grande do Sul), em Porto Alegre, foi contemplada com o 10º Prêmio Açorianos, categoria desenho. De 2011 a 2016, coordenou o projeto Zip'Up, na Zipper Galeria, destinado à exibição de novos artistas e projetos inéditos. Na feira ArtLima 2017 (Peru), assinou a curadoria da seção especial CAP Brasil, intitulada Sul-Sur, e fez o texto crítico de Territórios forjados (Sketch Galería, 2016), em Bogotá (Colômbia). Em 2018, assinou a seção curatorial dedicada ao Brasil na feira Pinta (Miami, EUA) e a curadoria de Esquinas que me atravessam, de Rodrigo Sassi (CCBB-SP). Em 2019, iniciou o projeto Perímetros no Adelina Instituto, em SP, dedicado a artistas ainda sem mostras individuais na cidade, que contou com exposições de João Trevisan (DF) e Lara Viana (BA).

É colaborador de periódicos de artes como Select e foi repórter e redator de artes visuais e arquitetura da Folha de S.Paulo de 2005 a 2009.  Integrou o grupo de críticos do Paço das Artes desde 2011, instituição na qual fez o acompanhamento crítico de Luz Vermelha (2015), de Fabio Flaks, Black Market (2012), de Paulo Almeida, e A Riscar (2011), de Daniela Seixas. Foi crítico convidado de 2013 a 2015 do Programa de Exposições do CCSP (Centro Cultural São Paulo) e fez, na mesma instituição, parte do grupo de críticos do Programa de Fotografia 2012. Em 2015, no CCSP, fez a curadoria de Ter lugar para ser, coletiva com 12 artistas sobre as relações entre arquitetura e artes visuais. Já fez a curadoria de mostras em cidades como Brasília (Decifrações, Espaço Ecco, 2014), Porto Alegre (Ao Sul, Paisagens, Bolsa de Arte, 2013), Salvador (Fragmentos de um discurso pictórico, Roberto Alban Galeria, 2017) e Rio de Janeiro (Arcádia, CGaleria, 2016), entre outras.

Naira Pennacchi
(Jacutinga, 1980)
A Artista visual atualmente vive e trabalha em Ribeirão Preto/SP.
No final de 2016 começa a frequentar o ateliê da artista plástica Eny Aliperti na cidade de Ribeirão preto, interior de São Paulo. Daí em diante começa a participar de grupos de estudo e acompanhamentos, permanecendo por algum tempo como integrante de grupos como o do crítico Mario Gioia, na cidade de Ribeirão Preto de 2017 a 2018, do grupo Ateliê da Praça, também na cidade de Ribeirão Preto (2017), prática e reflexão ministrado por Paulo Pasta no Instituto Tomie Ohtake em São Paulo (2018).
Participou também da feira Parte (2018) e da Casa Parte (2019) na cidade de São Paulo, bem como de alguns salões do interior do Estado como o 25º Salão de Artes Plásticas de Praia Grande/SP (2018) e o 16º Salão Ubatuba de Artes Visuais – Fundart, na cidade de Ubatuba/SP (2019). Já no segundo semestre de 2019 foi selecionada a participar da residência W, que acontece no CAC W, na cidade de Ribeirão Preto/SP.

NOVA EXPOSIÇÃO


BEM-VINDO 2020

foto: Ana Paula Alcântara

Este ano a GALERIA DE ARTE E FOTOGRAFIA SOLANGE VIANA completa 10 anos! uhuuuu
São 10 anos de muita arte por aqui, e para comemorar vamos ter uma super programação para quem gosta e aprecia ARTE.
Acompanhe a nossa programação por aqui ou nas mídias sociais.
@galeriadeartesolangeviana e saiba tudo o que vai rolar!!
Vamos lá?
2020 é o ano para ninguém jamais esquecer!

Bienal de Arte de Veneza 2019


Para quem quer saber um pouco como foi a última Bienal de Veneza, é só visitar a minha colina sobre ARTE, no site do Jornal Daqui.
Venha fazer essa viagem comigo. :) :) :)








segunda-feira, 15 de julho de 2019

Nova fase, novos rumos

Ainda em Londres, me preparando para a próxima parada que quem está aqui, curti ARTE irá amar, mas só irei contar quando estiver lá. No local. 😛🤗🤗

Minha família já voltou para o Brasil, ficando somente eu com a minha irmã e sua família. Sinto falta, mas isso já era previsto. Tenho ido muito ao parque aqui ao lado, muito gostoso: deitar na grama, fazer yoga, meditar, tomar sol e AGRADECER.

Ontem, domingo, o almoço foi oferecido por mim: assei um porc. 😋😋😋 depois me arrisquei, saindo por aí, sem rumo, que é como gosto. E deu muito certo. Parei no Soho, e andando pelas ruelas, achei um Pub mega divertido. Musicas de cabaré. A cidade estava alegre, muitos comemorando aos jogos, e eu fui junto.😀😀😀 E, sempre, encontrando ARTE por todos os lados. rsrs